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quarta-feira, 22 de julho de 2009

Burger King inova no patrocínio ao Getafe

Uma das maiores reclamações das empresas recai justamente no fa- to dos atletas tirarem ou levan- tarem a camisa durante as come- morações - fato que a Fifa manda o árbitro punir com o cartão amarelo. O Burger King, que na pró- xima temporada vai patrocinar o Getafe, time da primeira divisão espanhola, criou uma divertida solução para esses casos, transformando aquilo que poderia ser um problema, num diferencial.

Depois de ver- mos patrocí- nios em todos os espaços das meias, calções e ca- misa (até o sovaco pas- sou a ser explorado), a nova camisa do clube es- panhol, feita pela Joma, terá patrocínio do lado de dentro. Isso mesmo, no avesso da camisa o rosto do King, personagem da cadeia de sanduíches, está estrategicamente posicionado para que, caso algum jogador queira comemorar um gol com aquele famoso gesto do Rivaldo, o patrocinador estará presente. (veja abaixo como funciona)

Claro que a ideia principal não é essa, mas sim criar uma nova mania entre os torcedores, já que os jogadores, por causa da regra, estão evitando levantar a camisa após o gol. Tanto que ninguém ainda não confirmou se os jogadores usarão esse modelo com o King no avesso - não existe a obrigação, ao menos, de comemorar assim. Porém, criativa, divertida e inovadora, a camisa tem tudo para virar uma febre entre os fãs.


Chelsea e Boca Juniors com novos contratos de patrocínio

Dois dos clubes mais famosos do mundo do futebol estão com contratos novos de patrocínio. No caso do Chelsea, o contrato é novo, mas o patrocinador continuará sendo a Samsung, que renovou com o clube londrino até 2013 - o primeiro, de cinco anos, foi assinado em 2005 e rendeu cerca de 14 milhões de euros por ano.

O valor do novo acordo não foi divulgado, mas nos últimos meses os dirigentes do Chelsea chegaram a dizer que não renovariam caso a empresa não aumentasse esses valores consideravelmente. (o Manchester fechou recentemente o maior contrato de patrocínio do mundo e isso gerou um movimento dos outros grandes clubes ingleses em busca de números melhores)

Já o Boca Juniors vai estampar a marca da LG, mais uma empresa do ramo de eletroeletrônicos, durante os próximos 12 meses. O curioso é que o valor acertado, US$ 2 milhões, é bem abaixo do que os clubes mais representativos do futebol brasileiro conseguiram. Como o São Paulo, por exemplo, que vai receber cerca de RS$ 18 milhões (US$ 9 milhões) em 2009 da mesma LG.

O Boca Juniors é considerado um dos mais organizados da América e um exemplo quando o assunto é marketing esportivo. Sua marca, sem dúvida nenhuma, é uma das mais conhecidas do mundo. O que explica tal diferença? Parece que, se o futebol brasileiro ainda engatinha nos valores dos contratos de marketing esportivo, na Argentina eles ainda estão para nascer.